The first draft of anything
sexta-feira, 17 de julho de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Iniciando os trabalhos
A imagem que vem à mente é a do escritor, face à face com a máquina de escrever, esperando por algum raio cósmico que lhe traga inspiração.
Não tenho a presunção de imaginar-me em pé, como Hemingway, mas confesso que uma velha Remington ou Olivetti faz parte da imagem.
Quero colocar nesse espaço aquilo que me agrada, algo como para ter a sensação de estar aproveitando tudo aquilo que me seduz, mas que a rotina não concede espaço para desfrutar.
Carros, motos e aviões antigos, de que tanto gosto, barulhentos, quentes e, muitas vezes, engraxados de todo modo. Essas criações humanas, tão imperfeitas quanto nós mesmos, que têm o poder de nos transportar para épocas mais simples, para um universo paralelo.
Barcos à vela, como posso viver sem eles. Barcos trazem mares e horizontes. E gaivotas e biquínis.
E trens. Trens lembram viagens, que lembram lembranças de cheiros e de gostos.
Simplificando: meios de transporte que fundem os 4 elementos e mais tudo que é bom.
Quero colocar nesse espaço aquilo que me agrada, algo como para ter a sensação de estar aproveitando tudo aquilo que me seduz, mas que a rotina não concede espaço para desfrutar.
Carros, motos e aviões antigos, de que tanto gosto, barulhentos, quentes e, muitas vezes, engraxados de todo modo. Essas criações humanas, tão imperfeitas quanto nós mesmos, que têm o poder de nos transportar para épocas mais simples, para um universo paralelo.
Barcos à vela, como posso viver sem eles. Barcos trazem mares e horizontes. E gaivotas e biquínis.
E trens. Trens lembram viagens, que lembram lembranças de cheiros e de gostos.
Simplificando: meios de transporte que fundem os 4 elementos e mais tudo que é bom.
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